Entrevista: Prince Michael Jackson não canta nem dança. Como ele vai seguir os passos do pai
Os filhos de celebridades inevitavelmente despertam curiosidade, mas os filhos de Michael Jackson vivem sob um nível de atenção pública praticamente sem comparação desde antes mesmo de nascerem. Vieram as especulações sobre como foram concebidos. A polêmica quando Michael, empolgado demais, mostrou o filho caçula para os fãs o segurando na sacada de um hotel. O fascínio pelas máscaras extravagantes que ele fazia os filhos usarem para mantê-los anônimos. E o frenesi da mídia toda vez que seus rostos apareciam em público.
Também houve a preocupação quase possessiva que muita gente demonstrou quando Michael morreu, em 2009. Na época, o abraço de Prince Michael Jackson, então com 12 anos, na irmã Paris Jackson, de 11, durante o funeral do pai, foi transmitido para 31,1 milhões de pessoas nos Estados Unidos.
Até hoje, muita gente ainda projeta certas expectativas sobre os Jackson e sobre o futuro deles.
E Prince Michael Jackson parece não se preocupar nem um pouco com isso.
Ao abrir as portas da propriedade Hayvenhurst, o complexo da família em Encino, para uma rara visita, o jovem de 19 anos mostra estar pronto para seguir o próprio caminho — um caminho que honra o pai, mas não tenta imitá-lo. “Todo mundo acha que eu vou cantar e dançar”, diz Prince Michael Jackson, rindo de forma irônica, porque — como ele mesmo admite primeiro — não sabe fazer nenhuma das duas coisas.Ele fala do pai com a naturalidade e o carinho de qualquer filho. E passa pelas fotos icônicas e imagens de celebridades espalhadas pelas paredes de Hayvenhurst como quem olha simples fotos de família.
Porque, para ele, era exatamente isso que elas eram. Mais uma prova de como uma vida extraordinária acabou se tornando algo normal dentro da família Jackson, uma contradição que Prince reconhece sem dificuldade.
"Para mim, são fotos de família. É tipo: ‘Ah, essa é uma foto do meu pai com a minha madrinha’”, diz ele, apontando para uma imagem do pai com Elizabeth Taylor.
E talvez essa seja a maior quebra de expectativa de todas. O mais marcante em passar um tempo com Prince é perceber o quanto ele é um jovem comum de 19 anos.
Carismático, divertido e dono de um humor contagiante, ele se anima especialmente quando fala sobre a faculdade ou sobre os planos de fim de semana com o irmão mais novo e os primos (filmes e videogames estavam no topo da lista).
Apesar de seguir carreira no entretenimento, Prince prefere manter um perfil discreto. Ele evita sites de fofoca e mantém certa distância das redes sociais, embora admita que esteja “aparecendo mais agora por causa da produtora”.
O único lembrete mais evidente de que sua vida não é exatamente comum acontece logo no início do encontro, quando ele decide não se sentar na área externa de um restaurante japonês que gosta para evitar os paparazzi que costumam rondar os pontos mais famosos da Sunset Strip.
Às vezes, é difícil conciliar esse jovem tranquilo e descontraído com as excentricidades extravagantes que marcaram sua família por tantos anos.
Ainda assim, Prince era, em muitos aspectos, apenas um jovem tentando lançar sua empresa e, de certa forma, refazendo os passos do pai.
Ele está no complexo em Encino que pertence à família há quase 25 anos. A propriedade chamada Hayvenhurst por causa da rua onde fica, sempre serviu de inspiração para ele. Embora a casa principal esteja em reforma, sua irmã mais nova, Paris, hoje com 18 anos, mora na casa de hóspedes, e Prince a visita com frequência.
A presença de Michael Jackson ainda pode ser sentida em todos os cantos dali.
Como um santuário dedicado a tudo o que os Jackson haviam conquistado até o começo dos anos 1980, o espaço é praticamente revestido de gente famosa: centenas de retratos cobrem cuidadosamente as paredes e até o teto.
Lá está Michael posando com E.T., gravando Captain EO, saindo com Brooke Shields, abraçando Diana Ross, recebendo uma placa de Jane Fonda, aparecendo como se tivesse 11 anos em sua primeira capa da Rolling Stone — embora na verdade tivesse 13, além de inúmeras fotos de apresentações. Em todas elas, um sorriso radiante estampam o rosto.
É uma exibição quase esmagadora de superestrelato, mas o jovem Jackson parece pouco impressionado com tudo aquilo. “Acho que as pessoas valorizam isso muito mais do que eu. Pra mim, são apenas fotos de família.”
O passado está presente o tempo todo na vida dele. E era exatamente assim que Michael Jackson queria que fosse.
Na entrada da sala de fotos de Hayvenhurst, uma placa de mármore dá as boas-vindas a um espaço que funciona quase como uma homenagem ao passado.
“Esperamos que esta viagem ao passado, retratada em imagens, sirva de inspiração para criar um amanhã mais brilhante e bem-sucedido”, diz a inscrição.
Mas o passado pode ser um lugar complicado, especialmente para os filhos de Michael Jackson, e ainda mais para o mais velho deles.
Prince não demonstra aquela arrogância que muitas vezes se vê em filhos de celebridades criados cercados de privilégio, fama e dinheiro. Ao mesmo tempo, também não parece ingênuo, principalmente quando o assunto é a forma como pretende lidar com uma indústria sobre a qual o pai passou anos o alertando.
“Não confie em ninguém”, Michael costumava alertar. "Parece ruim dizer isso, mas… muita gente é movida pelos próprios interesses. Ele dizia para não confiar em alguém só porque a ideia parece boa, faça sua pesquisa antes. Tem muita gente que quer se aproximar de mim e dos meus irmãos apenas por causa de quem somos.”
Prince diz que Hayvenhurst é um “lugar sagrado” para ele, e não apenas pela história da família. Foi ali que ele e os irmãos passaram a morar com a avó depois da morte do pai.
“Isso acabou fazendo bem pra gente. Tinham 16 pessoas morando aqui”, conta Prince, listando rapidamente os primos e parentes que ocuparam a propriedade após a morte de Michael. “Aquilo ajudava a tirar a mente da dor. Às vezes a gente acordava no meio da noite, fazia quesadillas e ficava conversando.”
Comprada originalmente pelo patriarca Joe Jackson no auge do sucesso do The Jackson 5, em 1971, Hayvenhurst foi a primeira tentativa de Michael Jackson de criar sua própria Neverland.
No início dos anos 1980, antes de sua carreira solo alcançar proporções gigantescas, Michael comprou a propriedade do pai e passou dois anos reformando o lugar. No fim da longa entrada da mansão, uma placa de madeira recebe os visitantes com a frase: “Those who reach touch the stars” (“Aqueles que ousam alcançar tocam as estrelas”).
Ao local foram adicionados um cinema com 32 lugares e um lago japonês, além de uma ala de dois andares separada da mansão principal, com mais de 10 mil pés quadrados, que lembra um pequeno castelo da Disney por causa de suas torres de conto de fadas e da torre do relógio.
Bubbles, o chimpanzé de Michael, e outros animais exóticos viveram ali. Foi também nessa propriedade, em um estúdio escondido em um dos cantos do terreno, que músicas dos álbuns revolucionários Off the Wall e Thriller foram gravadas.
Enquanto caminha pelo terreno, Prince aponta os lugares onde ele e os primos costumavam filmar seus próprios filmes de ação por diversão.
Dentro da casa, ele também mostra a grande biblioteca, que servia como cenário para as filmagens que ele fazia quando criança. “Esse cômodo normalmente significava que você estava encrencado”, brinca, lembrando das broncas sérias que recebia da avó, Katherine Jackson.
Michael Jackson deixou sua fortuna - que, segundo estimativas, já arrecadou quase 2 bilhões de dólares desde sua morte - para a mãe e os filhos, destinando ainda 20% para instituições de caridade.
E foi ali, naquela casa, que Prince, então com 12 anos, precisou lidar com a perda do pai enquanto o mundo inteiro lamentava a morte da maior estrela do pop. Ao mesmo tempo, teve que enfrentar todo o peso e as controvérsias ligadas à fama de Michael.
“Depois que ele morreu, fomos bombardeados com tudo isso”, diz Prince de forma direta.
Esse “tudo” incluía os escândalos envolvendo o pai, desde as acusações de abuso infantil e o julgamento no qual Michael foi absolvido, até as incontáveis histórias sensacionalistas sobre sua aparência e seu comportamento considerado excêntrico desde os anos 80.
Depois de terem sido protegidos de forma quase obsessiva do circo midiático que cercava a vida de Michael Jackson, os filhos dele passaram a enfrentar diretamente todas as acusações e manchetes sensacionalistas que muitas vezes acabavam ofuscando a imagem do pai.
“Eu disse pra eles: ‘Sei que vocês vão ouvir muitas coisas por aí, mas entendam que existem pessoas tentando destruir o legado do seu pai’”, contou o primo Taj Jackson. (O irmão dele, TJ Jackson, foi nomeado co-tutor legal de Prince e dos irmãos em 2012.)
Uma das maiores preocupações da família era como Prince, Paris e o caçula, Bigi, seriam afetados por tudo o que passariam a ler e ouvir sobre o pai. “Eu sabia que, por ter convivido com o pai e ter sido tão próximo dele, Prince, no fundo, não acreditava nessas acusações”, diz Taj, referindo-se às diversas denúncias feitas contra Michael.
Questionado sobre como ele e os irmãos lidaram com as acusações e histórias sensacionalistas, Prince foi sincero: “Foi um choque. Tudo veio de uma vez só. Mas aprendemos a lidar com isso basicamente ignorando.”
Prince também descarta muitas das acusações, considerando-as tentativas de extorsão.
“Tenho muita sorte de ter duas figuras maternas na minha vida: minha avó e minha prima Frances. Quanto à minha mãe biológica, ela sempre foi mais como uma amiga, e isso funciona pra gente”, diz ele. “Dá pra dizer que minha vida inteira foi pouco convencional. Mas eu gosto disso. É tudo o que eu conheço.”
Prince também entende as escolhas que o pai fez na forma de criá-los. “Meu pai falava comigo como se eu fosse um adulto. Ele explicou que a razão das máscaras era porque queria que tivéssemos uma vida própria, separada da dele”, contou, lembrando que ele e os irmãos muitas vezes conseguiam sair sem chamar atenção justamente porque ninguém os reconhecia.
“Quando eu era pequeno, nunca parei pra pensar se outras crianças viviam daquele jeito. Mas, quando descobri quem ele era, percebi que aquilo não era normal. Eu lembro de estar na Disney e ir até a janela, vendo todos aqueles fãs acenando e tirando fotos minhas. Eu achava que aquilo era normal, então simplesmente acenava de volta. Só fui entender o tamanho do impacto dele quando vi um vídeo do meu pai se apresentando e as pessoas desmaiando e passando mal. Foi aí que percebi que o trabalho dele significava muito para muita gente.”
Ver o pai em ação, gravando vídeos que fariam parte da turnê This Is It foi o que consolidou em Prince a certeza sobre o que queria fazer no futuro. “Foi aí que percebi que era isso que eu queria fazer”, relembrou durante uma visita ao seu apartamento em Marina del Rey. “Eu amava toda aquela energia. Conseguia conversar com muita gente no set, pessoal da iluminação, assistentes de câmera… Aprendi muita coisa.”
Durante o período em que estudou na Buckley School, Prince experimentou um pouco de tudo no teatro: fez aulas de atuação, aprendeu sobre design de som, ajudou a montar cenários e trabalhou nos bastidores das produções.
Então, quando entrou para a Loyola Marymount University, parecia óbvio que escolheria cinema como curso principal, até mudar de ideia. No fim, decidiu cursar administração de empresas.
Houve também uma breve fase em frente às câmeras. Em 2013, Prince trabalhou como correspondente do programa Entertainment Tonight e fez sua estreia como ator em uma participação especial na série adolescente 90210. “Ele nunca quis realmente ser ator”, contou Duane Ervin, um dos amigos mais próximos de Prince do tempo de escola. “O que ele sempre quis foi trabalhar nos bastidores.”
No primeiro semestre na universidade, no fim do ano passado, um velho amigo da família, Omer Bhatti (conhecido como O-Bee) mostrou a Prince sua nova música, “Automatic”, uma faixa feita para as pistas de dança.
Prince enxergou ali a oportunidade perfeita para finalmente lançar sua produtora, que até então existia apenas como uma ideia em sua cabeça.
Bhatti, rapper e cantor norueguês, foi praticamente um protegido de Michael Jackson depois que o astro o descobriu em meados dos anos 90. Michael o tratava como um filho e chegou a levar Bhatti e seus pais para morarem em Neverland, algo que, claro, alimentou inúmeras teorias da conspiração na internet.
Na verdade, Bhatti foi a única pessoa a quem Michael ensinou pessoalmente o moonwalk, e ele faz parte da família há praticamente toda a vida de Prince, a ponto de os dois se considerarem irmãos.
Por isso, lançar a produtora com um projeto de Bhatti era algo essencial para Prince.
Inspirados pelos visuais cinematográficos e grandiosos que transformaram Michael Jackson em uma força única no início dos anos 80, Prince e Omer começaram a desenvolver ideias para um videoclipe intenso e cheio de energia, e Prince se ofereceu para produzi-lo.
Em fevereiro, ele registrou oficialmente a King's Son Productions como uma empresa, e as filmagens começaram logo depois.
“Eu estava lá quando ele deu os primeiros passos, falou as primeiras palavras. Eu trocava as fraldas dele. E agora ele está produzindo meu videoclipe?”, brincou Bhatti, então com 31 anos, durante um encontro em Los Angeles. “Ele é como um irmão pra mim, mas eu nunca tinha imaginado que iríamos trabalhar juntos profissionalmente.”
Grande parte da produção foi filmada em Hayvenhurst, embora esse não fosse o plano original. Foi aí que Prince aprendeu sua primeira grande lição sobre os desafios de produzir: percebeu que as locações inicialmente escolhidas, um aeroporto e um shopping abandonado, fariam o orçamento explodir.
Embora Michael Jackson tenha feito de tudo para proteger o filho da fama, a família apoia a entrada de Prince no mundo do entretenimento.
“Prince é extremamente inteligente. Ele acaba virando alvo porque muita gente tem a impressão errada de que ele é apenas um garoto privilegiado, quando isso está longe da verdade. Quando você cresce cercado por celebridades a vida inteira, existem dois caminhos possíveis: ou a criança cresce cheia de privilégios e arrogância, ou permanece centrada e entende que é igual a qualquer outra pessoa. Isso depende do caráter, e o pai dele ensinou isso ao Prince", disse Taj Jackson.
Em Hayvenhurst, Prince está sentado na ponta de um piano no antigo quarto do pai, enquanto as persianas de madeira projetam sombras sobre ele. A imagem de Prince parcialmente escondido na penumbra acaba funcionando como uma metáfora perfeita.
A ideia da King's Son Productions é, futuramente, entrar também no cinema, algo que Michael Jackson planejava explorar de forma mais intensa depois de This Is It.
Prince mantém uma boa relação de trabalho com o espólio do pai e espera, um dia, colaborar em algum projeto póstumo através da produtora, embora atualmente não exista nada planejado.
Ele também produziu recentemente seu segundo videoclipe, um trabalho para o grupo brasileiro Sco Triplets (a integrante Thayana é casada com Taj Jackson), além de estar envolvido em um projeto para o novo Shriners Hospitals for Children, que será inaugurado em Pasadena no ano seguinte.
Ele começou seu segundo ano da faculdade justamente no dia em que Michael completaria 58 anos.
“Mais um sinal de que meu pai continua me guiando”, brincou Prince.
Prince planeja equilibrar os estudos, sua produtora ainda em início de carreira e o trabalho em uma organização de serviço comunitário que criou no campus com um colega, projeto inspirado no trabalho beneficente que Michael Jackson realizava através da Heal the World Foundation.
“Pra ser sincero, estou apenas seguindo o fluxo. Ainda sou jovem, minhas ideias podem mudar. Nunca vou conseguir me separar do meu pai, ele deixou um exemplo grande demais. E, sinceramente, não tenho problema nenhum com isso. Tenho orgulho de carregar o nome dele e de ser filho dele.”
Prince então se acomoda em um canto daquele verdadeiro santuário, cercado por dezenas de retratos dos tios, tias e do pai. Ele admite estar nervoso por precisar fazer uma sessão de fotos, algo com que não se sente muito confortável.
Paris coloca a cabeça para dentro da sala para ver como o irmão está, se joga em um sofá para conversar um pouco e logo começa a brincar com o nervosismo dele diante das câmeras.
“Faz um olhar sedutor”, provoca Paris.
Prince tenta, e os dois acabam caindo na risada.
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3 comments
"Tenho orgulho de ter seu nome e ser seu filho". Essa frase do Prince me emocionou! Os filhos de celebridades tem mania de dizer que não querem ser vistos como filhos da pessoa, que querem se desligar da imagem deles, etc... e eu sempre achei isso uma tremenda ingratidão, que era cuspir no prato que comeu e eu fico muito feliz de saber que Prince não é assim. Michael merece que seus filhos tenham muito orgulho dele, o defendam e protejam sua honra!
ReplyPrince andou fazendo algumas coisas que eu não concordo, mas no geral ele é um bom garoto. Pra mim ele nunca vai deixar de ser aquele bebezinho fofo e lindo que a gente vê nos vídeos caseiros de MJ, mas ele já é maduro, consciente, empreendedor e acima de tudo sabe reconhecer, valorizar e agradecer as bênçãos que recebeu na vida. Parabéns Prince, vc me deu orgulho agora !
A Paris mesmo em algumas entrevistas disse isso, que não acha que o título de filha de MJ a defina... Mas é isso que são, e como Prince disse, é algo que nunca poderão mudar, e ele dizer que tem orgulho e não vê problema nisso, a gente repara como ele é maduro... <3
ReplyJuro que quando eu vi a Paris no Memorial do pai fazendo aquele discurso emocionante e consolando o Blanket de uma forma tão meiga, achei que ela fosse ser a mais madura e responsável dos 3. Mas eu logo percebi que infelizmente estava enganada e hoje em dia nem me surpreendo com mais nada que ela diz ou faz !
ReplyMas é bom saber que nem tudo está perdido e Michael ainda tem 2 filhos que podem representa-lo muito bem aqui no mundo seguindo seus ensinamentos, espalhando sua mensagem e sendo provas vivas do ótimo pai e ser humano que ele era ! É impressionante como Prince ainda lembra das palavras do pai e parece que faz questão de levar seus conselhos pra vida. Isso é tudo que um pai deseja - saber que criou bem o seu filho e que ele reconhece e pratica o que aprendeu
Mas tem algo que me confundiu - O Prince disse que a Debbie é como uma amiga, mas como assim ? Eu sempre ouvi dizer que eles não tinham nenhum tipo de relacionamento. Então quer dizer que eles tem e só a gente é que não sabia ? Se sim, isso já é um bom sinal !